Cuidado! Para fazer sentido como ironia, o texto a seguir precisa que se conheça o filme Meu Pé Esquerdo, onde eu interpreto Daniel Day Lewis. Agora, pode ler.
Não tenho deficiência psicomotora, ainda assim desenho muito mal com ambas as mãos, que dirá com os pés.
Tenho uma desidrose (porque deve haver outra, como des-hidrose, por exemplo - hi-hi-hi!)
que só ataca meu pé esquerdo, e ele tem muito mais frieira do que o
direito. Aí, toda vez que eu tomo banho, eu faço xixi no pé esquerdo e a
frieira não ataca (hi-hi-hi).
sábado, 18 de janeiro de 2014
domingo, 24 de junho de 2012
A Bordo do Western Pride
Estive a bordo do Western Pride por 14 dias em Abril de 2005. Novamente por embarcar num navio de aquisição de dados sísmicos, desta vez o Ramform Sovereing (vide foto), onde permanecerei por, pelo menos, 14 dias a partir de amanhã (25 de Junho de 2012). Aproveitando a oportunidade para introduzir minhas futuras impressões, segue uma mensagem aos amigos por época daquela primeira experiência.
As instalações do navio são confortáveis, embora não sejam exatamente uma maravilha. A tripulação é internacional e divide-se em três grupos: a equipe sísmica, o pessoal de navegação e os que cuidam das máquinas, convés, limpeza, cozinha, etc. Há ingleses, americanos (maioria), filipinos (inclusive o cozinheiro), uma menina canadense e até alguns brasileiros. Por incrível que pareça, pouco falei em inglês, mas isso deve-se muito a esta minha presença contida e discreta, conhecida de todos. De negativo no navio, conto o forte ar condicionado nalguns cômodos.
O tempo tem sido bom de modo que o navio balança pouco, mas o suficiente para embalar o sono de qualquer um. Aliás, balanço de navio dá uma sonolência... A gente dorme que é uma beleza.
Queridos,
Neste momento encontro-me aos 22 graus sul de latitude e 39 graus
oeste de longitude no rumo 319 graus norte (um giro de 319 a partir do
Norte). Mais ou menos a 150 km da costa. Como podem perceber, estou
longe, mas ainda assim é possível mandar notícias, como esta mensagem
atesta.
O Western Pride é um navio contratado pela Petrobras para fazer
aquisição de dados sísmicos sobre a área que abrange os campos de Marlim
(maior produtor do Brasil) Marlim Sul e Marlim Leste. Mas isso é
cultura geral enfadande. Vamos às minhas impressões.
Como estamos navegando numa área produtora de petróleo, a visão é muito curiosa, no mínimo. São 19:00h, noite portanto, e nos vemos numa cidade sobre o mar. As plataformas nas áreas produtoras são muito próximas umas das outras, de maneira a parecer literalmente uma cidade emersa em pleno Oceano Atlântico, com seus grandes condomínios, onde as pessoas moram e trabalham. Não só as luzes, mas as chamas das plataformas iluminam a paisagem noturna. As chamas, felizmente, não provêm de incêndio, mas de um equipamento próprio para queimar o gás que não é aproveitável. A esse propósito, mais um pouco de cultura geral: grande parte do gás produzido é reinjetado no reservatório para impedir uma queda muito grande de pressão; outra parte é consumida na própria plataforma, o equivalente ao consumo diário de uma cidade de 70.000 pessoas; e uma pequena parte, cerca de 3%, que não pode ser armazenada, é queimada num equipamento chamado "flare".
Como estamos navegando numa área produtora de petróleo, a visão é muito curiosa, no mínimo. São 19:00h, noite portanto, e nos vemos numa cidade sobre o mar. As plataformas nas áreas produtoras são muito próximas umas das outras, de maneira a parecer literalmente uma cidade emersa em pleno Oceano Atlântico, com seus grandes condomínios, onde as pessoas moram e trabalham. Não só as luzes, mas as chamas das plataformas iluminam a paisagem noturna. As chamas, felizmente, não provêm de incêndio, mas de um equipamento próprio para queimar o gás que não é aproveitável. A esse propósito, mais um pouco de cultura geral: grande parte do gás produzido é reinjetado no reservatório para impedir uma queda muito grande de pressão; outra parte é consumida na própria plataforma, o equivalente ao consumo diário de uma cidade de 70.000 pessoas; e uma pequena parte, cerca de 3%, que não pode ser armazenada, é queimada num equipamento chamado "flare".
As instalações do navio são confortáveis, embora não sejam exatamente uma maravilha. A tripulação é internacional e divide-se em três grupos: a equipe sísmica, o pessoal de navegação e os que cuidam das máquinas, convés, limpeza, cozinha, etc. Há ingleses, americanos (maioria), filipinos (inclusive o cozinheiro), uma menina canadense e até alguns brasileiros. Por incrível que pareça, pouco falei em inglês, mas isso deve-se muito a esta minha presença contida e discreta, conhecida de todos. De negativo no navio, conto o forte ar condicionado nalguns cômodos.
O tempo tem sido bom de modo que o navio balança pouco, mas o suficiente para embalar o sono de qualquer um. Aliás, balanço de navio dá uma sonolência... A gente dorme que é uma beleza.
Estamos aqui num grupo de três, responsáveis pela fiscalização da
aquisição sísmica, o que envolve o controle de qualidade do dado e o
acompanhamento das operações quando da passagem próxima a plataformas e
sondas operantes na área do levantamento, o que requer a comunicação com
seus respectivos comandantes e uma intervenção para reposicionamento de
navios-sonda e navios-plataforma (doravante, se necessário, FPSO). O
trabalho no navio não para e a tripulação divide-se em dois grupos que
trabalham 12 h/dia, com trocas ao meio-dia e à meia-noite.
O nosso trabalho fica mais concentrado no turno diurno e abrange também o envio de um relatório diário para a base, relacionando as operações e fazendo as observações pertinentes sobre a qualidade dos dados. Ainda não foi preciso ficar acordado durante a noite.
O nosso trabalho fica mais concentrado no turno diurno e abrange também o envio de um relatório diário para a base, relacionando as operações e fazendo as observações pertinentes sobre a qualidade dos dados. Ainda não foi preciso ficar acordado durante a noite.
Meu desembarque está previsto para o dia 14 de abril e eu espero receber notícias de todos.
Beijos e abraços,
F.A.F.O.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Origem do Método (da resistividade)
Os primeiros estudos sobre a viabilidade de um método sensível à resistividade das rochas foram realizados em 1911 por Conrad Schlumberger, engenheiro de minas e então professor de Física da Ecole des Mines, em Paris (Allaud e Martin, 1977). Examinando amostras de minérios, Conrad ratificou resultados anteriores de que a condutividade elétrica era um parâmetro mais adequado que a densidade e a permeabilidade magné́tica para a distição entre um corpo mineralizado e a sua rocha encaixante. Este resultado foi também estendido a formações sedimentares, especialmente areias argilosas de depósitos aluviais recentes. Em experimentos com sedimentos, misturas de areia e argila saturadas por soluções salinas a diferentes concentrações, eram percorridas a uma corrente elé́trica, entre os eletrodos A e B e, com um par de eletrodos de potencial, M e N , ligados a um fone de ouvido, eram identificadas as linhas eqüipotencias.
Os primeiros testes de campo foram realizados entre 1912 e 1913 durante o experimento de Val-Richter, com a substituição da fonte de audiofreqüência pela de corrente contínua, e do fone-de-ouvido por um galvanômetro. Também, os eletrodos de potencial tiveram de ser não-polarizáveis, em lugar dos antigos, de cobre, em virtude da estacionariedade da fonte.
O experimento consistiu da instalação dos dois eletrodos de corrente, sendo A local e B, remoto, e os pontos eqüipotenciais eram identificados pela varredurra de posições ao entorno
de A com os eletrodos M e N ; a partir dos pontos, traçavam-se linhas eqüipotenciais. Ao experimento de Val-Richter, seguiram-se muitos outros que resultaram no registro de várias patentes.
Em 1915, o físico Frank Wenner, do U.S. Bureau of Standarts, anuncia o desenvolvimento de um arranjo com seu nome (Allaud e Martin, 1977).
Em 1920, Conrad publica seu primeiro trabalho, intitulado Etude sur la Prospection Életric du Sours-sol, descrevendo seus métodos e resultados. Nesse trabalho é introduzido o conceito de resistividade aparente como parâmetro de referência, igual à razão entre a diferença de potencial, medida entre os eletrodos M e N, e a intensidade de corrente emitida, multiplicada por um fator, função da separação entre os 4 eletrodos. Além do cálculo simples, a resistividade aparente "reflete um valor médio, dependendo das resistividades e da distribuição espacial das várias formações dentro do volume total da superfície medida".
Fonte:
http://www.cpgg.ufba.br/gr-geof/geo213/trabalhos-graducao/Frederico-Oliveira.pdf
N.A.: Cada vez que leio meu trabalho de graduação, encontro erros ou coisas que preferiria ter escrito de outra forma. A propósito, é bem fácil constatar quanto o texto carece de revisão, que eu não fiz na época.De qualquer forma, o que me motiva a publicá-lo é a saudade dos tempos de estudante.
Os primeiros testes de campo foram realizados entre 1912 e 1913 durante o experimento de Val-Richter, com a substituição da fonte de audiofreqüência pela de corrente contínua, e do fone-de-ouvido por um galvanômetro. Também, os eletrodos de potencial tiveram de ser não-polarizáveis, em lugar dos antigos, de cobre, em virtude da estacionariedade da fonte.
O experimento consistiu da instalação dos dois eletrodos de corrente, sendo A local e B, remoto, e os pontos eqüipotenciais eram identificados pela varredurra de posições ao entorno
de A com os eletrodos M e N ; a partir dos pontos, traçavam-se linhas eqüipotenciais. Ao experimento de Val-Richter, seguiram-se muitos outros que resultaram no registro de várias patentes.
Em 1915, o físico Frank Wenner, do U.S. Bureau of Standarts, anuncia o desenvolvimento de um arranjo com seu nome (Allaud e Martin, 1977).
Em 1920, Conrad publica seu primeiro trabalho, intitulado Etude sur la Prospection Életric du Sours-sol, descrevendo seus métodos e resultados. Nesse trabalho é introduzido o conceito de resistividade aparente como parâmetro de referência, igual à razão entre a diferença de potencial, medida entre os eletrodos M e N, e a intensidade de corrente emitida, multiplicada por um fator, função da separação entre os 4 eletrodos. Além do cálculo simples, a resistividade aparente "reflete um valor médio, dependendo das resistividades e da distribuição espacial das várias formações dentro do volume total da superfície medida".
Fonte:
http://www.cpgg.ufba.br/gr-geof/geo213/trabalhos-graducao/Frederico-Oliveira.pdf
N.A.: Cada vez que leio meu trabalho de graduação, encontro erros ou coisas que preferiria ter escrito de outra forma. A propósito, é bem fácil constatar quanto o texto carece de revisão, que eu não fiz na época.De qualquer forma, o que me motiva a publicá-lo é a saudade dos tempos de estudante.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Recado
Oi Fred,
Não esqueça de tirar essa roupa do varal de fora.
Não pode levar chuva e ficar cheirando a chulé.
Quitéria.
Não esqueça de tirar essa roupa do varal de fora.
Não pode levar chuva e ficar cheirando a chulé.
Quitéria.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Meu Próximo Livro
Depois do sucesso de Inteligência Emocional, de Domenico de Masi, vem aí o próximo livro mais vendido (best-seller) do Brasil: Chantagem Emocional.
Aprenda truques e artimanhas para ter as pessoas motivadas a fazerem algo por você. Saiba como mexer com as emoções alheias de forma a atingir seus objetivos.
Chantagem Emocional, seu próximo guia de comportamento, seu eterno manual de sobrevivência.
Chantagem Emocional: breve, em todas as livrarias, bancas e máquinas de livros.
domingo, 5 de junho de 2011
Monólogos Além do Banquete
A neomúsica nilótica
A perfeição e a zona afótica
As chamas e a alma trépida
O perfume e as vestes fétidas
As curvas e a face exótica
A atitude hipócrita
A constituição rústica
A qualidade acústica
As análises insólitas
As várias óticas sórdidas
As fantasias impudicas
Sorriso e palavras lúdicas
A verdade encoberta
Aporta entre-aberta
A chance remota
A ausência de porta
As angústias, as maravilhas
As chamas isolando a ilha
A solidão, a partilha
Sem que uma das partes
Fuja da família
Ou, talvez muda, quase morta
Você se esconda atrás da porta.
Nota: este poema data do segundo semestre de 1991 e é a letra duma canção cujos acordes custei a lembrar-me. A pompa do título arrefece-se com a singeleza da melodia. A Gabriela Garcia.
A perfeição e a zona afótica
As chamas e a alma trépida
O perfume e as vestes fétidas
As curvas e a face exótica
A atitude hipócrita
A constituição rústica
A qualidade acústica
As análises insólitas
As várias óticas sórdidas
As fantasias impudicas
Sorriso e palavras lúdicas
A verdade encoberta
Aporta entre-aberta
A chance remota
A ausência de porta
As angústias, as maravilhas
As chamas isolando a ilha
A solidão, a partilha
Sem que uma das partes
Fuja da família
Ou, talvez muda, quase morta
Você se esconda atrás da porta.
Nota: este poema data do segundo semestre de 1991 e é a letra duma canção cujos acordes custei a lembrar-me. A pompa do título arrefece-se com a singeleza da melodia. A Gabriela Garcia.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Maloqueiros do Mundo (III)
Desde 2009 venho colecionando impressões sobre os EUA (Estados Unidos da América, também conhecido como iú-és-ei), em vindas (sim, eu estou aqui) por razões diversas. Estive em outras cidades, mas a que passei mais tempo e revisito nesta oportunidade é Houston, capital mundial da indústria de petróleo, mas nem por isso capital do Texas.
Houston é uma cidade grande, que bem parece uma passagem de carros, dado o tamanho das estradas, aqui chamadas freeways, e o espaço livre entre as edificações. Houston é uma cidade pensada para pessoas dentro de carros, e é aí que nos entramos, porque quem tá fora de um, parceiro, pode crer que é maloqueiro.
Andar a pé em Houston é, em si, uma atitude suspeita, porque só gente com cara suspeita se locomove assim. E deve ser mesmo muito arriscado fazê-lo, porque "por milhas e milhas" não se ve um pé de pessoa "na paleta" (ou "na 11", que significa "a pé" no dialeto crioulo soteropolitano). Assim, para quem acompanha minhas andanças pelo mundo, nada mais apropriado a alguém com meu perfil do que não dirigir. Aí, não deu outra: eu sou mais um maloqueiro batendo perna pelas drives'n roads de Houston.
Os pedestres de Houston são indubitavelmente pessoas mais humildes (do que todas as outras). Dos poucos pedestres, acho que um era branco, os demais eram negros ou hispânicos. Nao que ser preto ou ter cara de mexicano signifique ser pobre e fuleiro, mas, no caso, é. Então, só para não parecer que sou eu o preconceituoso, conto que vi uma moça de louro cabelo escorrido natural e inconfundíveis olhos azuis, esquálida e banguela, portando uma placa de papelão com o dizer "hungry", a pedir esmolas num semáforo do outter loop. Feito o contraponto, voltemos à ironia da realidade.
Eu, maloqueiro que sou, aproveitando o bom momento da economia brasileira, fui gastar os meus dolares nas liquidações diversas, onde se encontra muita coisa de marca a preço de porta-de-loja. Eu entrava nas lojas e saia, 2 horas depois, chei de saco prártico na mão, a andar até o hotel, parecendo um maloqueiro. Por falar em hotel, o que me hospedei tem ótimas instalaçoes, mas os hóspedes têm umas caras de maloqueiro da porra. Mas, tá, vamos seguindo.
Embora eu ache que pareça um maloqueiro nesses lugares estrangeiros, eu sei que eu sou uma pessoa direitinha, que tem seu emprego direitinho, recebe seu ordenado todo fim-de-mês... mas nesses caminhantes de Houston, realmente, não dá pra confiar. Aí, eu não vou mentir, quando eu ando pela rua, só porque eu não sou habilitado a dirigir (que fique bem claro que é só por isso), e vejo uma pessoa a pé, (mais uma vez) eu não vou mentir que bate o preconceito. E sobre isso, minha única conclusão é que aquilo que a gente ja' sabe: os pessoal são desunido.
Houston é uma cidade grande, que bem parece uma passagem de carros, dado o tamanho das estradas, aqui chamadas freeways, e o espaço livre entre as edificações. Houston é uma cidade pensada para pessoas dentro de carros, e é aí que nos entramos, porque quem tá fora de um, parceiro, pode crer que é maloqueiro.
Andar a pé em Houston é, em si, uma atitude suspeita, porque só gente com cara suspeita se locomove assim. E deve ser mesmo muito arriscado fazê-lo, porque "por milhas e milhas" não se ve um pé de pessoa "na paleta" (ou "na 11", que significa "a pé" no dialeto crioulo soteropolitano). Assim, para quem acompanha minhas andanças pelo mundo, nada mais apropriado a alguém com meu perfil do que não dirigir. Aí, não deu outra: eu sou mais um maloqueiro batendo perna pelas drives'n roads de Houston.
Os pedestres de Houston são indubitavelmente pessoas mais humildes (do que todas as outras). Dos poucos pedestres, acho que um era branco, os demais eram negros ou hispânicos. Nao que ser preto ou ter cara de mexicano signifique ser pobre e fuleiro, mas, no caso, é. Então, só para não parecer que sou eu o preconceituoso, conto que vi uma moça de louro cabelo escorrido natural e inconfundíveis olhos azuis, esquálida e banguela, portando uma placa de papelão com o dizer "hungry", a pedir esmolas num semáforo do outter loop. Feito o contraponto, voltemos à ironia da realidade.
Eu, maloqueiro que sou, aproveitando o bom momento da economia brasileira, fui gastar os meus dolares nas liquidações diversas, onde se encontra muita coisa de marca a preço de porta-de-loja. Eu entrava nas lojas e saia, 2 horas depois, chei de saco prártico na mão, a andar até o hotel, parecendo um maloqueiro. Por falar em hotel, o que me hospedei tem ótimas instalaçoes, mas os hóspedes têm umas caras de maloqueiro da porra. Mas, tá, vamos seguindo.
Embora eu ache que pareça um maloqueiro nesses lugares estrangeiros, eu sei que eu sou uma pessoa direitinha, que tem seu emprego direitinho, recebe seu ordenado todo fim-de-mês... mas nesses caminhantes de Houston, realmente, não dá pra confiar. Aí, eu não vou mentir, quando eu ando pela rua, só porque eu não sou habilitado a dirigir (que fique bem claro que é só por isso), e vejo uma pessoa a pé, (mais uma vez) eu não vou mentir que bate o preconceito. E sobre isso, minha única conclusão é que aquilo que a gente ja' sabe: os pessoal são desunido.
Na próxima vez que vier à América (essa foi de sacanagem), eu espero realmente estar munido de carteira de habilitaçao para poder alugar um carro e, pelo menos, ter a sensação que acomete a nova classe-média brasileira e que eu desconheço nas minhas andanças - literalmente - nestas terras estrangeiras, de ascençao social. A ver (quando o meu chefe vai me mandar vir de novo!).
P.S.: Deixei para publicar do Brasil porque este computador nao fala brasileiro e não acerta botar acento.
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